PALESTRA

(Aula Inaugural da disciplina NEURO1)


Título: Robôs antropomórficos

Palestrante: Professor Zaven Paré
Zaven Paré é artista e pesquisador, inventor das primeiras marionetes eletrônicas (coleções Ballard Institute / Connecticut e Musées Gadagne / Lyon). Ele foi bolsista da Japan Society for Promotion of Sciences (JSPS) no Intelligent Robotics Laboratory do Professor Hiroshi Ishiguro na Universidade de Osaka (2010) e recebeu o Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia em 2011.

Data: 13/3/2014, quinta-feira, às 14h

Local: Auditório Jayme Szwarcfiter (MBI)


Texto de apresentação:

O que é ser humano? E mais precisamente: o que há em nós que poderia ser qualificado de “especificamente humano”? Essa é uma questão que norteia amplamente a robótica e todos os que participaram e participam ainda dessa grande aventura ontológica, entre artes e ciências, que consiste em elaborar criaturas artificiais. O que pode ser melhor para refletir sobre o que constitui o humano do que procurar refabricá-lo? Nos damos conta de sua extraordinária complexidade, mas também, da dimensão às vezes complicada e insólita de muitas operações ou atos tão triviais quanto andar, se orientar, piscar os olhos etc.
Em 1970, o roboticista japonês Masahiro Mori escreveu um pequeno artigo, mas muito discutido no meio da robótica, intitulado “The uncanny valley”, sem dúvida uma das teorias mais sintéticas e também mais interessantes sobre a concepção de criaturas artificiais. Podemos resumir o argumento de Mori assim:
Quanto mais um robô, ou uma boneca, se parece com a gente, mais nossa resposta emocional ao encontro dele é positiva. Mas chegando a um certo ponto, quando o robô pode ser considerado quase como um humano, tem-se uma brusca queda desse sentimento positivo, no momento em que uma pequena diferença revela de repente que ele não é um de nós, produzindo então um choque psicológico.  Assim, ao lhes dar uma aparência humana corremos o risco de obter o efeito contrário ao procurado, já que o robô não corresponde mais às expectativas, o que pode decepcionar ou perturbar, e tornar mais difícil a plena utilização de suas capacidades específicas.

 
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O Microsoft DreamSpark (antigo MSDNAA) é um programa da Microsoft que permite a utilização educacional e acadêmica de sua plataforma de software, servidores e ferramentas de desenvolvimento.


 

O Serviço DreamSpark (antigo MSDN AA) vinha sendo oferecido à comuinidade acadêmica pelo NCE há diversos anos. No entanto, recentemente a Microsoft modificou as clausulas contratuais do serviço DreamSpark Premium, e o serviço agora só pode ser utilizado por alunos, professores e técnicos de departamentos nas áreas de STEM (ciencia, tecnologia, engenharia e matemática).

 

Além disso, o serviço DreamSpark Premium não pode ser mais oferecido para toda a instituição academica. De agora em diante, cada departamento STEM deve ter um contrato separado com a Microsoft, para atender aos seus usuários específicos.

 

Portanto, lamentamos o inconveniente,mas as modificações contratuais colocadas recentemente pela Microsoft não permite mais que continuemos a oferecer o serviço DreamSpark da maneira como vinha ocorrendo há anos.

 

Atenciosamente

Agosto/2013

NCE / Instituto Tércio Pacitti

 

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